Arquivo diário: 13 de maio de 2012

Festa de Santa Júlia 2012

Paróquia Nossa Senhora da Conceição

Capela de Santa Júlia – Sítio Barrocão

Convite

Estimados irmãos(ãs), Pastorais e Grupos de Oração em Cristo! A Festa da Padroeira Aproxima-se os irmãos da cidade e do campo num espírito de irmandade, como Santa Julia que na sua juventude entregou a sua vida não negando a sua fé, foi morta pregada numa cruz, hoje nós também ouvimos esse chamado do pastor. “Apacenta as minhas ovelhas”. Venha participar conosco sua presença será motivo de alegria para nós. Leia o resto deste post

Mãe, um presente de Deus

 Para completar o homem
Deus a fez mulher
Mas p
ara participar do milagre da vida


Deus a fez mãe


Para liderar uma casa
Deus a fez mulher
Mas para edificar um lar


Deus a fez mãe


Para estudar, trabalhar e competir
Deus a fez mulher
Mas para guiar a criança insegura


Deus a fez mãe

Para os desafios da sociedade
Deus a fez mulher
Mas para o amor, a ternura e o carinho


Deus a fez mãe


Para fazer qualquer trabalho
Deus a fez mulher
Mas para embalar um berço e construir um caráter


Deus a fez mãe


Para ser princesa
Deus a fez mulher
Para ser rainha


Deus a fez mãe


Mamãe, você é o mais lindo presente de Deus para mim,
e eu, quero ser uma dádiva de Deus para você.

Feliz dia das Mães homenagem do blog/site juventude itaporanga

Reflexão do 6º Domingo da Páscoa

AMOR DE AMIGO
Mais de uma vez, ao longo dos evangelhos, Jesus foi questionado sobre o maior mandamento, e sobre isso ele não deixou margem à dúvida. O distintivo do cristão, o mandamento maior, é o amor.
Mas o amor, tão cantado em verso e banalizado em prosa, pode ser tudo e nada. Pode até ser uma abstração romântica incapaz de se expressar em gestos concretos.
O amor de que Jesus fala, no entanto, é aquele que ele demonstrou em vida. Amor de quem se fez amigo e aos amigos tudo revelou com confiança.
Amor de amigo é o amor de quem conhece o outro e sabe que pode confiar nele. Não é o amor de contrato, de papel passado, mas o amor gratuito, de quem se doa porque simplesmente ama, sem esperar nada em troca. E se o Mestre espera algo em troca, é tão somente que experimentemos seu amor e permaneçamos nesta mesma dinâmica de doação, sendo amigos dele e entre nós. Amor de amigo, enfim, não se baseia no medo, mas na franqueza e na coragem, pois só tem medo do outro quem não o conhece.
Ao nos revelar o rosto e a vontade do Pai, Jesus nos tem como amigos e confia em nós para que, cumprindo seu mandamento de amor, não joguemos fora a dignidade de filhos queridos pelo Pai.
Este amor maior, de quem dá a vida pelos amigos, Jesus demonstrou por nós indo à procura de todos: curando quem estava doente, levantando quem estava caído, ressuscitando quem estava morto. Jesus não fez teorias sobre o amor, mas ensinou em cada uma de suas ações que uma vida que se doa concretamente por amor só pode ser marcada pela felicidade e pelos frutos.
É o próprio Jesus quem nos escolhe porque nos ama, e esta certeza nos envolve numa confiança fundamental, a dos amigos que buscam a autêntica alegria, aquela que dura para sempre e que só pode vir de Deus.
E então o Mestre nos pede, uma vez mais, que nos amemos uns aos outros. Não de qualquer jeito, não com teorias, mas como ele mesmo nos amou. Nossa felicidade terá, enfim, o tamanho das amizades que nosso amor tiver construído.
Pe. Paulo Bazaglia, ssp

Nossa Senhora de Fátima

Videntes

A 13 de Maio de 1917, três crianças apascentavam um pequeno rebanho na Cova da Iria, freguesia de Fátima, concelho de Vila Nova de Ourém, hoje diocese de Leiria-Fátima.

Chamavam-se Lúcia de Jesus, de 10 anos, e Francisco e Jacinta Marto, seus primos, de 9 e 7 anos.

Por volta do meio dia, depois de rezarem o terço, como habitualmente faziam, entretinham-se a construir uma pequena casa de pedras soltas, no local onde hoje se encontra a Basílica. De repente, viram uma luz brilhante; julgando ser um relâmpago, decidiram ir-se embora, mas, logo abaixo, outro clarão

iluminou o espaço, e viram em cima de uma pequena azinheira (onde agora se encontra a Capelinha das Aparições), uma ‘Senhora mais brilhante que o sol’, de cujas mãos pendia um terço branco.

A Senhora disse aos três pastorinhos que era necessário rezar muito e convidou-os a voltarem à Cova da Iria durante mais cinco meses consecutivos, no dia 13 e àquela hora. As crianças assim fizeram, e nos dias 13 de Junho, Julho, Setembro e Outubro, a Senhora voltou a aparecer-lhes e a falar-lhes, na Cova da Iria. A 19 de Agosto, a aparição deu-se no sítio dos Valinhos, a uns 500 metros do lugar de Aljustrel, porque, no dia 13, as crianças tinham sido levadas pelo Administrador do Concelho, para Vila Nova de Ourém.

Na última aparição, a 13 de Outubro, estando presentes cerca de 70.000 pessoas, a Senhora disse-lhes que era a ‘Senhora do Rosário’ e que fizessem ali uma capela em Sua honra. Depois da aparição, todos os presentes observaram o milagre prometido às três crianças em Julho e Setembro: o sol, assemelhando-se a um disco de prata, podia fitar-se sem dificuldade e girava sobre si mesmo como uma roda de fogo, parecendo precipitar-se na terra.

Posteriormente, sendo Lúcia religiosa de Santa Doroteia, Nossa Senhora apareceu-lhe novamente em Espanha (10 de Dezembro de 1925 e 15 de Fevereiro de 1926, no Convento de Pontevedra, e na noite de 13/14 de Junho de 1929, no Convento de Tuy), pedindo a devoção dos cinco primeiros sábados (rezar o terço, meditar nos mistérios do Rosário, confessar-se e receber a Sagrada Comunhão, em reparação dos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria) e a Consagração da Rússia ao mesmo Imaculado Coração. Este pedido já Nossa Senhora o anunciara em 13 de Julho de 1917, na parte já revelada do chamado ‘Segredo de Fátima’.

Anos mais tarde, a Ir. Lúcia conta ainda que, entre Abril e Outubro de 1916, tinha aparecido um Anjo aos três videntes, por três vezes, duas na Loca do Cabeço e outra junto ao poço do quintal da casa de Lúcia, convidando-os à oração e penitência.

Desde 1917, não mais cessaram de ir à Cova da Iria milhares e milhares de peregrinos de todo o mundo, primeiro nos dias 13 de cada mês, depois nos meses de férias de Verão e Inverno, e agora cada vez mais nos fins de semana e no dia-a-dia, num montante anual de quatro milhões.