Arquivo diário: 17 de junho de 2012

Bonito de Santa Fé celebrou festa do Padroeiro

Fonte; edição Juventude de Itaporanga com fotos do site http://www.bonitofest.com

tema:” a melhor festa é a Liturgia com o Dízimo partilhado.”

No dia 13 de junho aconteceu a grande festa em louvor a Santo Antônio, padroeiro da cidade de Bonito de Santa Fé- PB.

De acordo com os paroquianos, esta foi a festa mais bonita e fervorosa que a comunidade já vivenciou, “vivendo a liturgia e partilhando o dizimo”.

O administrador paroquial, Padre Francisco Geraldo, também se mostrou bastante satisfeito com o resultado da festa. Segundo ele o rendimento da festa deste ano foi um verdadeiro milagre, em torno de 20.000,00 (resultado parcial). O padre parabenizou a comunidade pela participação e colaboração de todos e enfatizou que é possível realizar uma festa com o dizimo dos paroquianos.

O gesto concreto aconteceu durante a celebração da missa de encerramento com a partilha do pão de Santo Antônio.

Parabenizamos a comunidade de Bonito de Santa Fé, por uma festa tão bonita, vivida na simplicidade e com grande fé, sem a presença de bebidas alcoólicas desde o ano de 2007, após a chegada do Padre Francisco Geraldo nesta paroquia.

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Reflexão do 11º domingo comum

A DINÂMICA DO REINO
Para falar da dinâmica do reino de Deus, Jesus se serve das características da semente, figura presente nas duas parábolas de hoje. Se a semente plantada encontra as condições de germinação e crescimento, vai se desenvolvendo por si mesma e acaba se tornando arbusto ou árvore.
Ao interpretar essas parábolas, é recomendável o cuidado para não cair na visão triunfalista ou sensacionalista de Igreja. Hoje essa tentação é forte, principalmente quando vemos e aplaudimos os grandes shows religiosos que se multiplicam em todo o Brasil.
Não é no espetacular que a Igreja mostra sua força, mas em sua pobreza e disponibilidade. As parábolas sugerem a imagem de uma Igreja pobre, que não anuncia nem busca a si mesma, mas se desapega de toda riqueza e se liberta de qualquer aliança ou compromisso com as “potências modernas”: dinheiro, mídia, política, poder…
O reino de Deus não se mede pelo número de batismos, crismas ou casamentos religiosos nem pelo número ou tamanho de nossas igrejas; tampouco pela imponência de nossas assembleias litúrgicas. Não esqueçamos que o reino é impulsionado pela força do Espírito de Deus. Não nos é lícito, com nossa pretensão de grandeza, sufocá-lo. Ele cresce à medida que o Espírito Santo não encontra obstáculos.
A exemplo da semente, somos lançados à vida por Deus e um dia, ao fim de nossa peregrinação terrestre, seremos por ele colhidos. Antes disso, porém, devemos amadurecer e produzir os frutos que Deus e a comunidade esperam de nós. Nesse tempo de fertilidade, não é preciso produzir ações estrondosas. Os pequenos gestos do dia a dia favorecem o crescimento do reino e todos podem se beneficiar disso. Ao crescer na fé, na esperança e na caridade, tornamo-nos árvore capaz de abrigar quem necessita e alimentar aqueles que buscam a fraternidade e a justiça.
Pe. Nilo Luza, ssp

Pensamento do Dia

Como é bom agradecermos ao Senhor e cantar salmos de louvor ao Deus altíssimo!Anunciar pela manhã vossa bondade,e o vosso amor fiel, a noite inteira.