Reflexão do Evangelho do Domingo de Ramos

1domingoramosEstamos iniciando a Semana Santa é a maior semana do ano é a semana que nossa libertação foi realizada pelo amor de um Deus que tudo faz para que seu povo possa ser feliz. Celebrar esta semana é sinal de gratidão e de consciência do valor deste amor que não passa. Isaías nos coloca de forma tão clara e objetiva de como será nosso resgatador que em sua simplicidade e como um discípulo seguirá as ordens de seu Pai confiando que não sairá humilhado assim despojou-se de tudo o que era, como nos fala Paulo,  para ser um conosco:“Jesus Cristo, existindo em condição divina, não fez do ser igual a Deus uma usurpação, mas ele esvaziou-se a si mesmo, assumindo a condição de escravo e tornando-se igual aos homens”.

E ao entrar em Jerusalém é aclamado pelos seus discípulos. Importante frisarmos que durante sua vida pública Jesus se empenhou na evangelização e em seus milagres no território da Galileia, terra de pobres, de pessoas excluídas da sociedade, região onde vivia os mais desfavorecidos aqueles que eram olhados pela sociedade como os abominados por Deus. Esse conceito era o da teologia da retribuição que dizia que Deus amava os ricos, os de saúde, os de vida longa, cheios de honra, com família numerosa, ao contrário os que eram pobres, doentes, fracos… Eram desprezados por Deus que não os amava. Mas foi nessa região onde Jesus nasceu, cresceu e pregou sua Boa Nova. Quando finalmente vão a Jerusalém todos os seus discípulos o seguem, pois, para eles estava claro, que Jesus iria inaugurar seu reino. A alegria de seus discípulos, importante notarmos que o texto fala dos discípulos e não do povo em geral, é algo que não cabe dentro deles e cantam e proclamam como se já estivesse certo de sua vitória. Esses homens que o acompanhava já haviam visto tantos milagres, tantos prodígios, já haviam presenciado tanto ensinamento, tantas coisas maravilhosas que não tinham dúvidas – Esse é o nosso Salvador. Ao ponto que Jesus diz: “Se eles pararem as pedras gritarão”.

Certamente que no decorrer dos dias as coisas não foram tão agradáveis assim. Jesus reúne somente os apóstolos e com eles dá as últimas instruções e os adverte sobre sua morte e as coisas vão acontecendo conforme a vontade do Pai. Devemos olhar o que o pecado fez conosco nos desfigurou ao ponto de perdermos a imagem de Deus em nós e estarmos destinados a morte eterna e em nossa raça humana não havia ninguém tão santo ao ponto de pagar o preço da desobediência e foi a raça humana que pecou e não Deus, mas como não havíamos como resolver tal questão, Deus toma a iniciativa e envia seu filho que assumindo a nossa natureza se sacrifica para que pudéssemos voltar a vida. Somos ou não devedores eternos pelo que o Senhor fez? Pois bem. Por isso que aceitar Jesus como seu salvador é dar toda a vida a Ele e o que era nosso passa a ser d’Ele. Mas seu amor continua a estar plenamente em nós que nos quer ao seu lado como amigos e não como escravos.

Celebremos esta semana com muito amor e nos despojemos em Deus vivendo Seu sacrifício em comunhão com toda a Igreja.

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Publicado em 24 de março de 2013, em REFLEXÕES e marcado como . Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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