Escola Estadual Adalgisa Teódulo da Fonsêca realizou uma Gincana para conscientizar a população sobre a importância de doar sangue.

Hemonúcleo de Itaporanga e escola fazem gincana para aumentar doações

Fonte: http://www.paraiba.pb.gov.br

hemocentro_campanha_doação_de_sangue_foto_kleide_teixeira_02-270x202O Hemonúcleo de Itaporanga, na Região do Vale do Piancó, em parceria com a Escola Estadual Adalgisa Teódulo da Fonsêca realizaram nesta segunda-feira (14) uma Gincana com o objetivo de conscientizar a comunidade estudantil e a população em geral sobre a importância do ato de doar sangue.

Entre 8h e 11h, cerca de 90 alunos das quatro turmas do 3° ano do Ensino Médio   apresentaram peças teatrais, jingles produzidos por eles próprios,  vídeos, depoimentos de doadores e apresentação do melhor texto em relação à doação de sangue. O evento aconteceu na própria escola.

Para a diretora do Hemocentro de João Pessoa, Sandra Sobreira,  parcerias como essas são louváveis  e contribuem muito para o aumento do número de doadores de sangue garantindo a manutenção do estoque. Ela destacou que o Hemocentro tem sempre buscado firmar parcerias com empresas e órgãos públicos e privados e um exemplo desse trabalho conjunto são as coletas externas de sangue que mensalmente são realizadas e ajudam muito a manter o estoque de sangue para atender a demanda dos hospitais.

O diretor  do Hemonúcleo, Clistenes Klayton Sousa, explicou que essa gincana integra o projeto “Conscientizando alunos sobre doação de sangue”, para que se tenha na comunidade disseminadores da causa”, destacou.

Clistenes Klayton Sousa afirmou que o projeto, quem tem a colaboração dele,  vem ganhando destaque, por ser inovador dentro do Estado.  “ Estamos ampliando as nossas ações   na escola e na comunidade local, buscando aumentar o número de doações no hemonúcleo da cidade”, explicou.

Ele explicou que nos dois meses de atividades do projeto 70 estudantes já atuaram como multiplicadores e foram estimulados a disseminar a consciência sobre a doação de sangue no município. Os alunos são jovens de 16 a 18 anos do Ensino Médio, que assumem a missão de dobrar o número de doações mensais. Atualmente, o Serviço de Hemoterapia do Hemonúcleo de Itaporanga realiza em média 100 coletas de sangue por mês, mas conforme Klayton, o ideal seria de ao menos 10 doadores por dia, ou 250 ao mês.

Clistenes Klayton, que também é professor, disse que o projeto teve início em agosto, com aulas expositivas e práticas sobre o sangue e sua composição, sistema ABO (tipos de sangue)  e fator Rh, (positivo e negativo), doenças sexualmente transmissíveis (DST), além de outros assuntos que são abordados pelo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e que estão relacionados com o sangue ou com o sistema circulatório.

“No decorrer do projeto, alguns alunos que completaram 18 anos fizeram questão de dar um presente, e não de receber como é de costume: foram ao Hemonúcleo e fizeram sua primeira doação de sangue. Estou orgulhoso com a atitude desses alunos, estão se empenhando bastante, o aprendizado tem surpreendido, o que me deixa, como educador, bem satisfeito”, comemorou o diretor do Hemonúcleo.

Um dos alunos que está participando do projeto é Tiago Yure Gregório Araújo. Ele disse que depois dessa iniciativa tomou consciência do valor desse gesto: “Doar sangue é propagar a vida do próximo e eu, como mais novo doador, estou muito feliz por participar dessa corrente”, destacou.

A estudante Paloma Campos avaliou os benefícios do projeto: “Foi muito bem elaborado e tem como maior função ajudar e salvar aquilo de mais importante que possuímos, a nossa vida. Não foi um projeto feito para mostrar a capacidade do criador e daqueles que participam, mas com a finalidade de salvar pessoas e de informar a sociedade de que com apenas 400 ml de sangue podem fazer a diferença entre vida e morte”.

Sobre o serviço – O Hemonúcleo de Itaporanga atende aos doadores de Itaporanga, Boa Ventura, Curral Velho, Diamante, Ibiara, Conceição, São José de Caiana e Serra Grande. A média mensal de 100 doadores e considerada baixa para a demanda, por isso o projeto desenvolvido com a escola é fundamental. A maioria, cerca de 65% são doadores de reposição, sendo os voluntários apenas de 35%.

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Publicado em 15 de outubro de 2013, em Notícias e marcado como . Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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