Arquivo mensal: junho 2015

Solenidade dos Apóstolos Pedro e Paulo

Ide e Anunciai

2015-06-27 Rádio Vaticana

Cidade do Vaticano (RV) – A Liturgia reúne em uma única celebração os dois grandes apóstolos: Pedro, o escolhido para conduzir a Igreja e confirmar seus irmãos na fé e Paulo, o eleito por Deus, para ser o Evangelizador, aquele que com suas cartas e suas pregações refletiu e ensinou de modo profundo e singular as palavras do Mestre.

A primeira leitura extraída dos Atos dos Apóstolos nos fala da perseguição perpetrada por Herodes Agripa aprisionando Pedro, após perceber a satisfação dos judeus ao verem Tiago, irmão de João Evangelista, ser morto à espada.

A Igreja, sem parar, rezou por seu Pastor e Deus a ouviu enviando um anjo para libertar Pedro.

Na segunda leitura, temos a despedida de Paulo onde ele diz já ter sido oferecido em libação, isto é, já está pronto para o sacrifício. Paulo conheceu, durante sua vida, após a conversão, o que…

Ver o post original 373 mais palavras

Celebração do Centenário da Diocese de Cajazeiras

Agora neste momento na cidade de Cajazeiras estar sendo encerrada a Concelebração Eucarística pelo Encerramento das Comemorações do Centenário da Diocese de Cajazeiras. Preside a celebração Dom Fernando Saburido, da Arquidiocese de Olinda e Recife.

veja algumas fotos:

10400032_854195337969541_4660272810825672931_n

 

11012848_912723145433097_8764853042273964780_n 11046238_912723432099735_5388754138894700587_n 11054790_878303562263014_3443976886513787476_n 11665591_912720042100074_335194297379118287_n 11692697_878303058929731_4854815831140288546_n 11695494_912723048766440_2196853213100037104_n 10369727_912723362099742_6287783850095544175_n

Diocese de Cajazeiras se posiciona sobre a “ideologia de gênero”

linkDioceseA Diocese de Cajazeiras assume o posicionamento da Igreja, em comunhão com as demais dioceses e reginais, como também da CNBB, sobre a ideologia de gênero nas escolas, responsabilizando-se com suas declarações.

Dom José González Alonso

Bispo de Cajazeiras


Cajazeiras, 13 de junho de 2015.

É de público domínio que o Ministério da Educação, não tendo o governo federal conseguido colocar a ideologia do gênero no Plano Nacional votado pelo Congresso, tenta agora, por via executiva, impor a dita ideologia, através dos Estados e Municípios.

Em síntese, a tal ideologia tem, como princípio, que, apesar das diferenças físicas e psíquicas evidentes, a questão do gênero[masculino, feminino] éconstrução cultural, que pode e deve ser desconstruída, pela mídia e pela educação desde a infância. Fica legitimado qualquer tipo de relação sexual, como indiferente, sob o ponto de vista ético-social, seja de ele x ela, ou ele x ele, ou ela x ela, cada uma pessoa sendo livre de seguir sua tendência, ou fazer sua opção sexual, com toda liberdade e igualdade. Assim, fica aprovada a homossexualidade e criminalizada qualquer defesa da heterossexualidade que a tenha como a natural. Rasga-se o capítulo primeiro do livro do Gênesis.

Como a base da família é a diversidade sexual [marido-mulher, pai-mãe], ao destruir a diversidade sexual como sendo a relação normal, destrói-se a própria noção da família. Qualquer união, hetero ou homoafetiva, passa a ser família e ter igualdade social e legal, recebendo abusivamente  o nome de matrimônio.

É, não há dúvida, a tentativa fatal e final de destruição total do núcleo familiar, base até agora da sociedade e da religião. Nem nos animais haverá tal liberdade sexual.

Se valesse o princípio acima da ideologia do gênero, logicamente se deveria legitimar – por que não? – as demais tendências sexuais ainda não aceitas. Por que discriminar, não admitindo, a pedofilia, a efebofilia [com adolescentes], o incesto [uniões sexuais entre pais com filhos, ou irmãos, infelizmente tão frequentes], a zoofilia, a necrofilia [sexo com cadáveres] etc.? Não são também tais práticas sexuais derivadas de uma tendência? Sua condenação não seria apenas um dado cultural? Por que não poderiam ser uma opção legítima?

Como se vê, admitir a tal ideologia como a visão e prática da sexualidade é destruir o humano, como o foi até agora, e tentar construir uma nova humanidade, Deus sabe, como seria!

O mais trágico é querer impor ditatorialmente essa ideologia a todos, em nome – é ironia – da liberdade, e querer obrigar que todas as crianças e adolescentes, independentemente dos pais, sejam formados [ou melhor,  deformados], segundo essa mirabolante visão da pessoa humana.

Não está em jogo aqui nenhuma religião ou determinada moral. São os próprios fundamentos do humano que são atingidos. Todos, independentemente de sua religião ou convicção filosófica, devemos lutar para que essa tragédia não aconteça. Que o PT e seus aliados no governo não passem à história marcados com tal ignomínia.

Por isto, peço que com urgência você passe adiante, usando de todos os meios e prestígio de que dispõe, esses dois posicionamentos, em anexo, ao menos um, de setores do episcopado nacional. E procure, por todos os meios lícitos, impedir que tal ideologia seja a filosofia inspiradora da educação, no Brasil. Papa Francisco, ainda na semana passada, condenou a ideologia do gênero e a imposição dela, tanto nos países desenvolvidos, como nos, emergentes.

DEUS LHE PAGUE.

Mons. Gervásio Fernandes de Queiroga

Reflexão para o XII Domingo do Tempo Comum

Ide e Anunciai

2015-06-20 Rádio Vaticana

Cidade do Vaticano (RV) – O tema deste domingo é a expectativa humana, em meio a seus sofrimentos, em relação à ação de Deus.

Jó, na primeira leitura, deseja que Deus prove sua inocência, já que os amigos afirmam que seus sofrimentos são decorrentes de suas más ações. Após ser liberto de todos os males, Jó agradece a Deus e pede perdão por sua arrogância.

No Evangelho, a agitação pertence aos discípulos que sofrem com uma tempestade quando estão em um barco. Jesus também está a bordo, Mas dorme. Essa aparência de um total desinteresse pela angústia dos discípulos, faz com que eles interpelem o Senhor, questionando-O.

Isso demonstra uma fé, mas uma fé pequena. Demonstra fé porque recorrem a Jesus, mas demonstra uma fé pequena porque dizem que o Senhor não se importa com que sofram um acidente.

Jesus responde mandando o vento e o mar se…

Ver o post original 214 mais palavras