Arquivo da categoria: FORMAÇÕES

Castidade: sem ela não se alcança a firmeza

Fonte:Felipe Aquino
felipeaquino@cancaonova.com

Namoro SantoTenho recebido muitos e-mails de jovens que me perguntam como viver a castidade no namoro; como vencer o vício da masturbação, entre outros. Certamente para o jovem cristão hoje, no meio deste mundo erotizado, viver a castidade é uma conquista heroica; pois tudo o convida a manter vida sexual antes do casamento.  Os filmes pornográfico são abundantes nas locadoras, nos canais de TV por assinatura; as músicas estão repletas de letras excitantes; os rebolados indecorosos de moças seminuas na TV, etc., lançam pólvora no sangue dos rapazes e das moças.

Então, para viver na castidade hoje, como Deus manda no Sexto Mandamento (Não pecar contra a castidade), o jovem precisa ter muito amor ao Senhor. Só trocamos um amor por outro maior, diz o ditado. Só o amor a Jesus Crucificado por nós poderá ser para o jovem de hoje um forte motivo para ele ser casto e aceitar o que o Papa Bento XVI tem chamado de “martírio da ridicularização”, diante dos que zombam de nossa fé.

Nascimento de Cristo Jesus

Fonte: Capítulo V, de A vida de Cristo, Quadrante, São Paulo, 2000.
Tradução: Ruy Belo

presepioUm albergue pobre, desmantelado e cheio de teias de aranha, foi o primeiro palácio de Jesus na terra; um presépio sujo, seu primeiro berço. Mais tarde, o mundo há de venerar a gruta onde acaba de ocorrer aquele nascimento prodigioso.

Como bom administrador, Augusto tinha a paixão das estatísticas. Suetônio diz-nos que, ao morrer, deixou escrito pelo próprio punho um breviário de todo o seu Império, quer dizer, um caderno “onde figuravam os nomes dos cidadãos, as riquezas de cada uma das províncias, a lista dos aliados que deviam contribuir para engrossar os exércitos, o estado dos tributos e das rendas e o rol das somas gastas em coisas necessárias e em liberalidades”. São dados tão escrupulosos e pormenorizados que só os pôde ter obtido à força de freqüentes cadastros, inscrições e recenseamentos, e de uma burocracia rigidamente organizada.

Graças a uns papiros recentemente descobertos no Egito, conhecemos as formulas empregadas para anunciar estes recenseamentos. Um dos governadores, chamado Víbio Máximo, anunciava deste modo ao país uma daquelas medidas destinadas a apurar o censo da população: “Como vai começar a inscrição por casas, é necessário que todos os que, por qualquer razão, estiverem ausentes do lar pátrio a ele voltem para realizarem as formalidades necessárias”. Leia o resto deste post

Igreja e Inquisição

reforma_260_231A inquisição não foi criada de uma só vez nem procedeu sempre do mesmo modo no decorrer dos séculos. Por isto distinguem-se:

1) a Inquisição Medieval, voltada contra as heresias catara e valdense nos séc. XII/XIII e contra um falso misticismo do séc. XIV;

2) a Inquisição Espanhola, instituída em 1478 por iniciativa dos reis Fernando e Isabel; visando principalmente os judeus e os muçulmanos, tornou-se poderoso instrumento do absolutismo dos monarcas espanhóis até o séc. XIX, a ponto de quase não poder ser considerada instituição eclesiástica (não raro a Inquisição espanhola procedeu independentemente de Roma, resistindo à intervenção da Santa Sé, porque o rei da Espanha a esta se opunha);

3) a Inquisição Romana, (também dita “o Santo Ofício”), instituída em 1542 pelo Papa Paulo III, em vista do surto do Protestantismo.

Apesar das modalidades de que se revestiu, a Inquisição medieval e romana foi movida por alguns princípios e uma mentalidade característicos; é justamente a estes princípios que o historiador deve voltar a sua atenção, a fim de poder formular um juízo sobre a famosa instituição. Conscientes disto, examinaremos as origens da Inquisição, seus procedimentos mais famigerados, para finalmente chegarmos a uma apreciação objetiva do acontecimento histórico. Leia o resto deste post

Dia de finados: O que é, como vivê-lo e como ganhar as indulgências deste dia.

O Dia dos Fiéis Defuntos ou Dia de Finados, é celebrado pela Igreja Católica no dia 2 de novembro.

Desde o Antigo testamento (cf. Tobias 12,12; Jó 1,18-20; Mt 12,32 e II Macabeus 12,43-46) vemos que os judeus rezavam pelos falecidos. No século II, alguns historiadores escreveram sobre o fato dos cristãos rezarem pelos mortos, visitando os túmulos dos mártires para pedir a Deus por eles. No século V, a Igreja passou a dedicar um dia do ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava, e dos quais ninguém lembrava. Também o abade de Cluny, Santo Odilon, em 998 pedia aos monges que orassem pelos mortos. Foi no século XI que os Papas Silvestre II (1009), João XVII (1009) e Leão IX (1015) introduziram no calendário católico um dia para a oração pelos finados porém apenas no século XIII esse dia passou a ter uma data definida: 2 de novembro. A escolha desta data se deu pelo fato de 1º de novembro ser a Festa de todos os Santos.

A morte é o cessar definitivo da vida, que pode acontecer por diferentes motivos, como doenças, acidentes ou violência. Por ser a morte um assunto tão delicado, é preciso que o dia de finados seja respeitado por todos, pois é um dia onde as famílias lembram das pessoas amadas que já não estão mais nesse mundo e rezem por elas, para que elas, se já não estão com Deus, possam ser recebidas por Ele um dia. Para o católico o dia de finados é um dia de guarda. Leia o resto deste post