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51º Assembleia geral dos Bispos do Brasil, na cidade de Aparecida do Norte,

Desde 2011, a Casa da Mãe Aparecida é sede permanente do evento, que reúne mais de 300 bispos de todo o país. Para que o evento aconteça, o Santuário Nacional disponibiliza toda a sua infraestrutura de acolhimento, com espaços específicos para este encontro.

A coordenação da CNBB já definiu a programação diária da 51ª Assembleia Geral deste ano, que acontece no Centro de Eventos Padre Vitor Coelho de Almeida. As missas serão realizadas no Altar Central da Basílica. Na programação constam os horários das celebrações e sessões no Centro de Eventos.

A celebração de abertura da AG será no dia 10 de abril às 7h30 na Basílica e a Cerimônia de encerramento no dia 19 de abril às 10h30 no Centro de Eventos. Nos dias 13 e 14 de abril os bispos do Brasil participam de um retiro espiritual no Centro de Eventos. Entre as atividades dos bispos na 51ª Assembleia Geral estão a missa com Laudes no Altar Central do Santuário às 7h30, com transmissão da TV Aparecida, as sessões no Centro de Eventos e uma coletiva de imprensa, às 15h, com a participação de três bispos.

Os 18 anos de Episcopado de Dom José Gonzáles

fonte:por Damião Fernandes/www.diariodosertao.com.br

Hoje, 18 de março de 2013, o coração do nosso Pastor e Amigo Dom José Gonzáles é revitalizado pelas saudosas recordações de sua Ordenação Episcopal acontecida em Teresina no Piauí em 13 de Março de 1995, (de acordo com o site da CNBB Nordeste 2). Já são passados exatamente 17 anos. Espanhol de nascimento, seu lema episcopal Fides et VitaFé e Vida é a marca e expressão de sua atividade pastoral, no serviço à Igreja Diocesana de Cajazeiras. Sua posse aconteceu no dia 21 de agosto de 2001, na festa de São Pio X.

Gostaria mesmo de refletir aqui sobre aquela capacidade e virtude que certos homens têm de superar, transcender e elevar-se a cima de outros homens julgados comuns. É bem verdade, que há certos homens que tal como a fênix da mitologia grega, renascem das suas cinzas. Quando acreditamos que estes  sucumbiram sob suas dores, padecimentos e aniquilamentos, eis que ressurgem ainda mais vigorosos e combativos como antes. Leia o resto deste post

CNBB diz NÃO à Maioridade Penal

Autor/Fonte: CNBB
Todas as vezes que fizestes isso a um desses mais pequenos (…) foi a mim que o fizestes” (Mt  25,40)

Segundo os bispos, crianças, adolescentes e jovens são vítimas da violência e que “proposta de redução da maioridade penal não soluciona o problema… Crianças, adolescentes e jovens precisam ser reconhecidos como sujeitos na sociedade e, portanto, merecedores de  cuidado, respeito, acolhida e principalmente oportunidades.”“A redução da maioridade penal violenta e penaliza ainda mais adolescentes, sobretudo os mais pobres, negros, moradores de periferias”.

A afirmação está na declaração aprovada pela Assembleia da CNBB na tarde desta sexta-feira, 24, em Indaiatuba (SP). “Persistir nesse caminho seria ignorar o contexto da cláusula pétrea constitucional – Constituição Federal, art. 228­ – além de confrontar a Convenção dos Direitos da Criança e do Adolescente, as regras Mínimas de Beijing, as Diretrizes para Prevenção da Delinquência Juvenil, as Regras Mínimas para Proteção dos Menores Privados de Liberdade (Regras de Riad), o Pacto de San José da Costa Rica e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), instrumentos que demandam proteção especial para menores de 18 anos”, continua a declaração.

 

 

Nota oficial de pesar da CNBB pelo falecimento de dom Eugênio Sales

Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulga Nota Oficial de pesar pela morte do cardeal dom Eugênio de Araújo Sales, arcebispo emérito do Rio de Janeiro. O secretário geral da Conferência, dom Leonardo Steiner, manifesta solidariedade com o povo e o arcebispo da arquidiocese do Rio de Janeiro e com os familiares de dom Eugênio, particularmente com seu irmão, dom Heitor de Araújo Sales, arcebispo emérito de Natal (RN).
Leia a Nota:
Nota de condolência pelo falecimento do Cardeal dom Eugênio de Araújo Sales
A Conferência Nacional dos Bispos (CNBB) recebe, com profundo pesar, a notícia da morte do Cardeal dom Eugênio de Araújo Sales, arcebispo emérito do Rio de Janeiro (RJ), ocorrida no final da noite desta segunda-feira, 9 de julho de 2012.
Dom Eugênio é uma verdadeira página da história da Igreja no Brasil. Seu caminho de vida percorrido como padre e bispo está associado aos marcos do trajeto feito pela comunidade dos discípulos missionários de Cristo neste país. Ordenado padre em 1943, desempenhou trabalho pastoral na então diocese de Natal (RN) onde veio a ser bispo auxiliar da já arquidiocese de Natal, em 1954, por nomeação do Papa Pio XII. Nomeado como arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil, em 1968, criado Cardeal no Consistório de 1969, dom Eugênio ficou na Bahia até ser transferido pelo Papa Paulo VI para a arquidiocese do Rio de Janeiro, em 1971, lugar onde exerceu seu pastoreio até a renúncia aceita pelo Papa João Paulo II, em 2001.
Inspirado pelo seu lema episcopal, “Impendam et Superimpendar” (alusão a 2Cor 12, 15: “Quanto a mim, de muito boa vontade gastarei o que for preciso e me gastarei inteiramente por vós”), dom Eugênio foi Padre Conciliar do Vaticano II, criador da Campanha da Fraternidade e também apoiou o Movimento de Educação de Base e as Comunidades Eclesiais de Base. Homem de vasta cultura, sempre teve admiração por parte da sociedade brasileira. Por tudo isso e pela sua expressão de pastor, dom Eugênio foi uma permanente referência da Igreja nos momentos mais significativos da vida social e política no Brasil. Ele jamais se recusou a dar sua palavra firme, ortodoxa, clara a respeito dos mais importantes princípios da vida moral tanto da pessoa quanto da sociedade.
Era um comunicador que chegava, com facilidade, ao entendimento da opinião pública, mesmo depois de se tornar arcebispo emérito do Rio de Janeiro, dom Eugênio manteve publicação regular de seus textos em um blog na internet. Recentemente, por ocasião da Páscoa deste 2012, ele mesmo determinou que seria publicado um último artigo no qual ele escreveu: “Ao passo que a alegria, presságio do transcendente, faz-nos sentir algo superior às experiências comuns, ela, todavia, acorda em nós o mais próprio, o mais íntimo de nós mesmos. Será que não está inscrita na experiência pura e honesta da alegria uma tênue e todavia forte certeza de que a mais profunda realidade de nosso ser é imagem do eterno? Este estado de alma é como uma atmosfera jubilosa de nossa mente, que se reflete em nossos sentimentos e que se irradia em nossos relacionamentos humanos”.
Despedimos-nos de dom Eugênio com este sentimento que ele antevia em sua reflexão, isto é, com “presságio de transcendência”. Agradecemos a Deus pela sua caminhada cheia de frutos para a vida da Igreja e do povo e nos solidarizamos com seus familiares, especialmente com seu irmão dom Heitor Araújo Sales, arcebispo emérito de Natal, com a arquidiocese do Rio de Janeiro e com dom Orani João Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro. Nossa oração nos consola na certeza de sua páscoa e na esperança de que esse nosso irmão compartilhava da convicção que nos foi deixada pelo apóstolo de que a “a coroa da justiça” está reservada para ele pelo Senhor, o justo juiz, que dará essa coroa, “não somente a ele, “mas a todos os que tiverem esperado com amor a sua manifestação”( 2 Tm 4,8).
Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário Geral da CNBB