Arquivos do Blog

Celebração do Centenário da Diocese de Cajazeiras

Agora neste momento na cidade de Cajazeiras estar sendo encerrada a Concelebração Eucarística pelo Encerramento das Comemorações do Centenário da Diocese de Cajazeiras. Preside a celebração Dom Fernando Saburido, da Arquidiocese de Olinda e Recife.

veja algumas fotos:

10400032_854195337969541_4660272810825672931_n

 

11012848_912723145433097_8764853042273964780_n 11046238_912723432099735_5388754138894700587_n 11054790_878303562263014_3443976886513787476_n 11665591_912720042100074_335194297379118287_n 11692697_878303058929731_4854815831140288546_n 11695494_912723048766440_2196853213100037104_n 10369727_912723362099742_6287783850095544175_n

Anúncios

Diocese de Cajazeiras se posiciona sobre a “ideologia de gênero”

linkDioceseA Diocese de Cajazeiras assume o posicionamento da Igreja, em comunhão com as demais dioceses e reginais, como também da CNBB, sobre a ideologia de gênero nas escolas, responsabilizando-se com suas declarações.

Dom José González Alonso

Bispo de Cajazeiras


Cajazeiras, 13 de junho de 2015.

É de público domínio que o Ministério da Educação, não tendo o governo federal conseguido colocar a ideologia do gênero no Plano Nacional votado pelo Congresso, tenta agora, por via executiva, impor a dita ideologia, através dos Estados e Municípios.

Em síntese, a tal ideologia tem, como princípio, que, apesar das diferenças físicas e psíquicas evidentes, a questão do gênero[masculino, feminino] éconstrução cultural, que pode e deve ser desconstruída, pela mídia e pela educação desde a infância. Fica legitimado qualquer tipo de relação sexual, como indiferente, sob o ponto de vista ético-social, seja de ele x ela, ou ele x ele, ou ela x ela, cada uma pessoa sendo livre de seguir sua tendência, ou fazer sua opção sexual, com toda liberdade e igualdade. Assim, fica aprovada a homossexualidade e criminalizada qualquer defesa da heterossexualidade que a tenha como a natural. Rasga-se o capítulo primeiro do livro do Gênesis.

Como a base da família é a diversidade sexual [marido-mulher, pai-mãe], ao destruir a diversidade sexual como sendo a relação normal, destrói-se a própria noção da família. Qualquer união, hetero ou homoafetiva, passa a ser família e ter igualdade social e legal, recebendo abusivamente  o nome de matrimônio.

É, não há dúvida, a tentativa fatal e final de destruição total do núcleo familiar, base até agora da sociedade e da religião. Nem nos animais haverá tal liberdade sexual.

Se valesse o princípio acima da ideologia do gênero, logicamente se deveria legitimar – por que não? – as demais tendências sexuais ainda não aceitas. Por que discriminar, não admitindo, a pedofilia, a efebofilia [com adolescentes], o incesto [uniões sexuais entre pais com filhos, ou irmãos, infelizmente tão frequentes], a zoofilia, a necrofilia [sexo com cadáveres] etc.? Não são também tais práticas sexuais derivadas de uma tendência? Sua condenação não seria apenas um dado cultural? Por que não poderiam ser uma opção legítima?

Como se vê, admitir a tal ideologia como a visão e prática da sexualidade é destruir o humano, como o foi até agora, e tentar construir uma nova humanidade, Deus sabe, como seria!

O mais trágico é querer impor ditatorialmente essa ideologia a todos, em nome – é ironia – da liberdade, e querer obrigar que todas as crianças e adolescentes, independentemente dos pais, sejam formados [ou melhor,  deformados], segundo essa mirabolante visão da pessoa humana.

Não está em jogo aqui nenhuma religião ou determinada moral. São os próprios fundamentos do humano que são atingidos. Todos, independentemente de sua religião ou convicção filosófica, devemos lutar para que essa tragédia não aconteça. Que o PT e seus aliados no governo não passem à história marcados com tal ignomínia.

Por isto, peço que com urgência você passe adiante, usando de todos os meios e prestígio de que dispõe, esses dois posicionamentos, em anexo, ao menos um, de setores do episcopado nacional. E procure, por todos os meios lícitos, impedir que tal ideologia seja a filosofia inspiradora da educação, no Brasil. Papa Francisco, ainda na semana passada, condenou a ideologia do gênero e a imposição dela, tanto nos países desenvolvidos, como nos, emergentes.

DEUS LHE PAGUE.

Mons. Gervásio Fernandes de Queiroga

Paróquias vacantes da Diocese ganham novos padres

11053620_645670112243388_2004090069593756565_n

Fonte: Diocese de Cajazeiras

A Diocese de Cajazeiras vive um misto de pesar e de alegria durante o início dessa semana. Pesar pela morte do administrador paroquia de São José de Caiana, o Padre José Dantas (Pe. Dedé) e alegria pela posse canônica de dois padres em paróquias vacantes. Padre Erivânio que deixou a Paróquia de Nossa Senhora do Rosário em Ibiara-PB para assumir a Paróquia de São Pedro em Pombal-PB. Sua acolhida na Paróquia se deu no último dia 23 e o Padre Jackson de deixa a Paróquia de Nossa Senhora dos Remédios em Igaracy-PB para assumir o pastoreio da Paróquia de São José Operário em Cajazeiras-PB. Leia o resto deste post

Parabéns ao nosso Bispo Dom José pelo o seu aniversário natalício

dom jose gonzalesDom José faz aniversário natalício

José González Alonso nasceu no dia 12 de julho de 1940. É de origem espanhola, e vive no Brasil desde 1965, opção que ele mesmo fez desde o tempo de seminário.

Recentemente Dom José fez aniversário de sua Ordenação Sacerdotal e, às vésperas de sua festa, em um encontro realizado no Centro de Pastoral com a Vida Consagrada, ele deu o seu testemunho vocacional. [Você pode conferir o vídeo aqui] De fato, Dom José González desde jovem já sentia o desejo de ser missionário fora de sua Pátria. Isso não é fácil, especialmente no tempo de outrora, onde a vida era mias difícil, pouco acesso, pobreza, etc. Foi o seu sonho vir morar no Nordeste do Brasil, para conhecer de perto a simplicidade do povo e conviver os mais simples.

Seus primeiros trabalhos no Brasil foram como formador e professor no Seminário Diocesano, mas posteriormente, seu sonho de ir às comunidades se realizou. Foi Pároco na Paróquia de São Bento e de Paulista: “-lá eu aprendi a ser padre” – disse Dom José ao falar de sua vocação.

Foto: Jovens da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição de Itaporanga na abertura da CF 2013 no meio o Bispo D. José

Foto: Jovens da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição de Itaporanga na abertura da CF 2013 no meio o Bispo D. José

O Bispo de Cajazeiras completa hoje 74 anos, estando a um ano para o seu período obrigatório d renúncia do serviço episcopal na Igreja. Segundo informações ditas por ele mesmo, próximo ano, ao término das comemorações do Jubileu Centenário da Diocese, escreverá sua carta de renúncia e se for aceito pelo Pontífice, se aposentará. Ainda sobre isso, Dom José declarou que chegando o seu tempo do aposento, não retornará à sua Terra Natal, mas permanecerá no Brasil, algo que deixou felizes os que ouviam seu testemunho.

Dom José disse em seu testemunho que a sua vocação não veio tudo de uma vez, mas por passos, dizendo sempre como Maria, o sim de todo o dia. Teve muitas alegrias como padre e como bispo, mas também muitas dificuldades. É verdade que Dom José tem se revelado um homem de muita força no seu trabalho pastoral, mesmo em pé de muitas dificuldades e perseguições. Falando a esse respeito, emocionado, disse: “mudei um pouco, para pior”,quando todos achavam que ele fazia uma brincadeira, ele continuou dizendo que o sofrimento com que tem passado e, que não é novidade para ninguém, o deixou mais triste, menos extrovertido, menos alegre e menos doado, porque o sofrimento aperta.

Rezemos então, neste dia especialmente, pela vida e vocação do Pastor Diocesano afim de que cumpra sempre com maestria o seu serviço ao Reino de Deus.

Da redação da Pascom Diocesana

Redator: Alfredo Leonardo